Você nunca se preocupa com as informações que disponibiliza online sobre você até que sofra um ataque e tenha seus dados roubados.

Não importa se você é um político da mais alta hierarquia ou se é um simples zelador de um colégio (não desmerecendo os zeladores!), há sempre alguém que pode lucrar de alguma forma com seus dados.Mas como fazer para proteger esses dados, sendo que, na maioria das vezes, esses vazamentos nem são culpa sua?

Daremos algumas dicas:

1 – Não divulgue resultados de “joguinhos de mídias sociais”

Estatisticamente, um dos maiores furos de segurança da informação na internet são as perguntas secretas, obrigatórias em caso de perda de senha.

“Qual é o nome do seu primeiro cachorro”, “que escola você estudou”, “qual jogador de futebol você queria ser quando criança”, etc.

Com essas respostas, os ladrões de identidades digitais conseguem alcançar outras informações bem mais importantes, como senhas de e-mail, de sites de compra, e por aí vai.

Uma armadilha bastante comum são “joguinhos” de mídias sociais.

Você com certeza já viu em sua timeline algum jogo do tipo “Seu nome Star Wars”, aonde você monta um nome a partir de sua data de nascimento, cor da camiseta, etc.

Respondendo o resultado em um perfil público, você pode estar entregando de mão beijada aos ladrões de identidades digitais informações vitais sobre você.

2 – Não responda “quiz” digitais de fontes duvidosas
As pessoas amam fazer testes onlines que deveriam dizer algo sobre elas, e divulgam os resultados em suas mídias sociais.

“Que personagem do Caverna do Dragão você seria?” “quais seriam suas últimas palavras?”, esses tipos de teste.

Alguns obrigam você a fazer login com sua conta do Facebook. Esse login dá a eles um acesso (limitado, mas mesmo assim, um acesso) à sua conta.

Se não é de uma fonte confiável, como o Buzzfeed, não corra o risco.

3 – Não aceite convites de amizades de pessoas que você não conhece

Toda vez que você aceita um convite de amizade no Facebook, você está dando à pessoa acesso a todos os posts que você já fez.

Se você não conhece a pessoa, não a aceite. Ladrões de identidades digitais são peritos em se passar por pessoas “normais” através de “fakes”.

Uma das redes em que isso mais acontece é o LinkedIn, pois lá normalmente se compartilha muitas informações acerca sua educação e trabalho.

Se a sua pergunta secreta para a sua conta de e-mail é “que colégio você estudou”, e no LinkedIn você informar que o colégio é o Bom Jesus, você acaba de entregar sua conta de e-mail de graça para o ladrão digital.