PlayerUnknown: Battlegrounds, ou PUBG, não reinventou a fórmula de “third person shooter” que fez tantos jogos famosos, mas certamente transformou essa fórmula em algo especial.100 jogadores caem em um mapa sem nenhum equipamento, e lutam até a morte, usando quaisquer armas que possam encontrar dentro de uma área, que vai diminuindo conforme o passar do tempo.

O resultado é uma experiência apertada, focada e sem frescura, que é tão excitante quanto imprevisível e onde nenhum dos jogos são iguais.Todos os jogadores partem do zero independente do modo escolhido.Soltos em um mapa com cerca de 8 km², eles precisam encontrar armas o mais rápido possível para disputar quem vai se tornar o último sobrevivente da equipe ou, no caso de cada um por si, quem vai se manter de pé até o final.O game, neste sentido, se mostra muito inspirado no consagrado mangá “Battle Royale“, no qual adolescentes são presos em uma ilha e forçados a matar uns aos outros até que só um sobreviva.No mundo do cinema, uma referência seria Jogos Vorazes.

A cada partida são 100 competidores. Conforme o tempo passa, o próprio mapa te força a ir para o centro da batalha — interessante notar que não precisamos ir a pé, necessariamente; há vários veículos no jogo.

Se você passa da barreira que cerca os jogadores, você morre.

Algo que deixa o gameplay mais dinâmico é podermos nos movimentar enquanto miramos ou mexemos no inventário, por exemplo.

Em termos de comandos ou estratégia, não há nada que exija tanta destreza com o teclado.

Se você está acostumado com jogos de tiro, em terceira ou em primeira pessoa, não deve ter muita dificuldade em se adaptar ao Battlegrounds.

Como compreender esses elementos não exige algum tipo de habilidade ou afinidade específicas e o tema é simples, sobrevivência, a tendência é que um público maior seja atraído pelo game.

Você não tem várias classes diferentes, com histórias e habilidades específicas. Você é simplesmente mais um em uma centena de humanos condenados àquela situação.